Dr. Leonardo lamenta tragédia em Suzano e levanta discussão sobre saúde mental

March 13, 2019

​O deputado federal Dr. Leonardo (Solidariedade-MT) lamentou o atentado da Escola
Estadual Raul Brasil, em Suzano (SP), na manhã desta quarta-feira (13), que resultou no
assassinato de alunos, ex-alunos e um funcionário da instituição. Para o parlamentar que é
médico psiquiatra, é preciso entender o ocorrido e pensar em políticas públicas preventivas e
repressivas.


“Toda vez que uma criança, um jovem morre, é o rompimento de um futuro. Quando a morte
é por violência, a responsabilidade do Estado aumenta. Agora, se o ambiente da tragédia é
escolar, tudo fica ainda mais triste. Meus sentimentos aos amigos e familiares das vítimas de
Suzano. Que Deus conforte o coração de todos.”, afirmou Dr. Leonardo.


Na avaliação do deputado federal, o atentado da Escola Estadual em Suzano (SP) mostra que
Segurança e Educação falharam. Mas, Leonardo levanta também a questão das políticas de
saúde mental para jovens, que podem ter sido negligenciadas.


“São inúmeras as hipóteses que podem ter levado à tragédia, que nos deixou muito tristes.
Mas, todos têm responsabilidade. Que façamos desse episódio motivo para impedir que
novos casos aconteçam. Não deixemos de discutir, dialogar, as circunstâncias que resultaram
no dia de hoje para buscar políticas públicas”, concluiu.


Combate ao suicídio - Em Mato Grosso, desde 2017, um projeto que se tornou a Lei
Estadual 10.598, de autoria do então deputado estadual Dr. Leonardo, institui o Plano
Estadual de Prevenção ao Suicídio.


A iniciativa do deputado prevê uma política para diagnosticar sintomas e tratar o transtorno
mental ou psicológico, que pode incluir depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia,
alcoolismo e abuso de drogas.


Leonardo ressalta a importância da implantação de um plano de ação que ajude identificar
indivíduos que apresentem perfil suicida e estabeleça medidas de prevenção. “O suicídio está
ficando cada vez mais comum, e a cada ano aumenta o número de casos de morte auto
infligida em todo mundo. Essa é uma situação preocupante que atinge pessoas de diversas
idades, inclusive crianças, e pode ser evitada se houver intervenção médica, psiquiatra,
familiar, terapêutica e de outros órgãos de apoio emocional, como é o caso do CVV”, alertou
Dr. Leonardo.

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